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 Sou comunista e não sabia.

Muita coisa aconteceu nesses últimos seis anos, aproximadamente. Em junho do ano de 2013 uma parcela significativa da população brasileira,  que  até  então se mantinha à margem do  ativismo politico,  se  viu  forçada, frente  aos  desmandos  de um  governo, a  se  colocar  em ordem de batalha   e  ir  às  ruas para protestar  e  exigir  um  Brasil melhor,  com  iniciativas, soluções, medidas  que  viessem  ao  encontro  de  seus anseios.
“Não são só os vinte centavos “ , pleito inicial dos primeiros manifestantes. Realmente não era esse o motivo maior. Foi sim um grito de basta para um governo e um estado que se colocavam não só alheios como, mais que isso, em posição antagônica  às  demandas  de grande parcela da sociedade  brasileira. Feito esse introito e a partir desse fato histórico, verificou-se que aquilo que até então era apenas um dado social, qual seja, o caráter predominantemente conservador da sociedade brasileira, esse “dado” ganhou um rosto, na verdade, milhões  de  rostos. Passou-se a se aprofundar no estudo do que seria um conservador, um liberal,  suas características, suas crenças e modos de ação. Chegamos agora ao porquê do título desse artigo. Quando essas características passaram a ser dissecadas, defendidas ou até mesmo atacadas notadamente na Internet  ( graças à  Deus ela existe,  e  ainda livre… )  muitos passaram  a  entender  o que eram  e  o que  não  eram; porque eram e porque não eram.  O que se convencionou chamar de marxismo cultural (na falta de termo melhor) aplicado no Brasil da forma mais exitosa comparada à qualquer outro lugar  do  mundo,  criou  uma mentalidade  socialista, quando não comunista, em grande parcela  da  sociedade brasileira, que passou a  ser  agente  do movimento  revolucionário marxista, de  forma  inconsciente.
Muitos desses se acham paladinos da igualdade, da tolerância, representantes do, pasmem, verdadeiro espirito cristão, de um estado solidário e solução para todo o tipo de questão.
Antônio Gramsci, um dos fundadores e Secretário Geral do Partido Comunista Italiano e maior ideólogo da penetração do marxismo de forma incruenta em todas  camadas  de  uma   sociedade (vide seus “Cadernos do Cárcere”),  deve  ver  como troféu o  nosso país, esteja lá  onde  quer  que  esteja, assim como os membros da  “Escola de  Frankfurt”. A contaminação marxista se deu (e se dá) nas mais insuspeitas instituições, isso já a partir da década de 60 do século passado, A educadora e ex parlamentar  de extensa biografia  Sandra Cavalcanti já então nos alertava sobre essa ameaça.  Igreja, seitas cristãs, universidades, forças armadas e policiais, artistas, órgãos do serviço público, nada foi poupado da contaminação, muito pelo contrário :  foram escolhidos a  dedo, de  forma científica. Muitos dos membros dessas instituições nem mesmo se aperceberam da mudança de seus perfis, agindo como agentes revolucionários, quando não omissos diante da ação de seus pares. Como um dos resultados se deu a imbecilização coletiva (como bem descreveu o Professor Olavo de Carvalho em sua obra “O imbecil Coletivo”), onde o ser humano abdica de  escolher  seus próprios  caminhos,  de  sua autonomia  em  detrimento  daquilo  que, ou o “coletivo” próximo  ou  o  Estado, do  alto  de  suas  condições  de saber  e  conhecimentos  incomparáveis e inquestionáveis em relação às necessidades  de  todos,  definem. Na conta desses comunistas inconscientes (idiotas úteis, na melhor das hipóteses) podemos creditar muito do que  somos  e o muito que deixamos de  ser como sociedade e nação.
                                                                                                                                                                                                                                                           

                                                                                                                                                                                                                                                                     Resultado de imagem para simbolo de copyright 2019, Aldam-Rio Ltda.  
                                                                                                                                                        

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Devo ( e  será que consigo) mudar ? (Publicado em 23.8.2019)